sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Ridiculo

É ouvir pessoas que trabalham 4 horas por dia e sem filhos queixarem-se que estão cansadas.


Poupem-me!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Coisas que me enervam

Lá no colégio onde anda o meu filho usa-se uniforme.

Tem os seus prós e os seus contras como tudo.

Uma das vantagens, para mim como mãe, é que não tenho que pensar no que vestir ao puto todos os dias de madrugada. É aquilo é mais nada. Por outro lado é uma chatice ter que estar sempre a pensar quantas fardas estão limpas, quantas estão para lavar e quantas estão para passar a ferro. É que os miúdos estão sempre a crescer e não compensa ter 10 uniformes...

O que me está a chatear neste momento é que estou desde AGOSTO à espera que o colégio tenha calças de ginástica disponíveis para venda.  O que é que acontece? Acontece que o puto no verão cresceu com tanto sol e não cabe nas calças do ano lectivo passado. É que ficam mesmo MUITO curtas. Vai daí que lhe tenho vestido, no dia de ginástica/dança, umas calças desportivas da cor do uniforme mas sem o logótipo deste, e até são bem discretas e combinam com o "look" geral dos putos.

Vai que a educadora mandou recado pelo miudo que não pode ir assim vestido. E sobe um calor por mim acima que só me apetece esbofetear a educadora e dizer-lhe:

- Se o colégio fosse organizado já teria encomendado os uniformes a tempo e horas porque o ano lectivo começa em Setembro e estamos em Novembro e ainda não repuseram o stock.

DAAAAHHH

Pior: É que aquelas calças desportivas estão também a ficar curtas pelo que se demoram muito a repôr o stock vou ter que comprar umas novas. E se compro umas novas não vou gastar dinheiro também nas calças de fato de treino do colégio. Porquê? Porque não me apetece e não tolero desorganização no privado.



terça-feira, 31 de outubro de 2017

Pronto, tiras o gel das unhas e depois?

Depois voltas a roer as unhas.

Porquê?

Porque se partem de tão fininhas estarem e vais lá com os dentes "alisar" o canto partido. E depois nunca mais crescem e as que pouco crescem partem novamente...

E a questão é: porque tiraste? E eu respondo:

Porque provaram que o equipamento de secagem do gel, seja UV ou LED, podem causar cancro de pele. Tem lógica! Sempre teve, mas agora que está "provado" parece que a coisa se torna "séria" na tua mente.

Se bem que há tanta coisa que faz mal e comemos, respiramos, bebemos, usamos, sei lá. Está tudo contaminado e é tudo artificial.

E depois há os testes que provam que o gel/gelinho não faz mal nenhum. Ficamos baralhadas mas verificando a origem dos estudos vemos que são da industria produtora do gel/gelinho e sabes que não são fiáveis.

Neste momento tenho umas mãos horríveis, porque as unhas estão finas, umas roídas outras limadas outras normais. O verniz normal só dura 2 dias, pelo que agora está a escamar.

Uma vantagem ganhei: já não vou de 15 em 15 dias à manicure perder 2 horas para arranjar as unhas (1.5 h de serviço e meia de deslocação) e isso está a fazer toda a diferença.

Vou seguir o conselho do Sr. Dr. do IPO e (tentar) só usar gel em ocasiões especiais - 2 a .3 vezes por ano e ainda assim usar protector solar nas mãos.



sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Obrigada DG Saúde pelo comunicado

"Assunto: Malária (Paludismo) em Cabo Verde"

Começa assim o comunicado da Direcção Geral de Saúde, ontem, com recomendações aos viajantes com destino a Cabo Verde, entre elas, a consulta do viajante.

Ora, acontece que uma pessoa vai para esse destino daqui a 9 dias, pelo que se apressa a ligar para tudo que é centro de vacinação na zona norte de Portugal continental.

Obvio que NÃO HÁ VAGA. Ora, então querida DGS pode enfiar o respectivo comunicado pelo $%$ acima.

Lá vamos ao privado. Ainda dizem que dinheiro não traz felicidade... não, não... mas ajuda a comprá-la!





quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Comprar habitação na cidade ou nos arredores?

Eu, os meus colegas e amigos,  pertencemos aquela geração para a qual é essencial ter habitação própria.  

Na altura da compra há vários factores a levar em consideração. Preço, áreas, exposição solar  e localização, são os mais importantes., sendo que uns determinam os outros.

Para mim era essencial ter espaço, pelo que optei por um t3 com boas areas e com garagem para 2 carros. Ora isto por si só limitou logo a área geográfica. Nada de cidade e muito menos centro dela, onde trabalho e minha mãe vive. Fui para a aldeia limítrofe.

Muita gente ainda me pergunta como foi a adaptação. E eu encolho os ombros? Qual adaptação?  A minha rua é sossegada, tenho acesso a pé a padarias, supermercados e cabeleireiros, infantário e escola primária (apesar de raramente "fazer vida" lá na aldeia). Por outro lado, a rede de transportes públicos é praticamente inexistente. Estou a 10 minutos de carro do centro da cidade por isso, sim, estou dependente de carro para tudo.

Mas não estamos todos?

Vejo os meus colegas a pagarem balúrdios pelas suas habitações na cidade e usarem o carro como eu. Principalmente porque hoje em dia já não vivemos sem ele. Seja porque os miúdos já não andam a pé porque é perigoso, seja porque está a chover, seja porque está muito calor, seja porque as mochilas são pesadas, seja porque cansa andar de tacão, seja porque depois do trabalho queremos arrancar logo para o ginásio ou para outro lado qualquer.

A verdade é que pouco andamos a pé. Quando andava no ciclo e no liceu ia e vinha a pé - 20 minutos para cada lado - de mochila às costas e nos dias de educação física eram duas. Hoje é impensável, para mim e muitos outros, andar 20 minutos a pé para ir trabalhar ás 8 da manhã ou mandar o miúdo à chuva nem que sejam só 8 minutos.

Sendo assim, nesta vida psicologicamente dependente de carro, porque será assim tão difícil aceitar viver na aldeia limítrofe? Só me ocorre uma justificação: status. É chic e sinal de riqueza viver no centro da cidade.

Mas depois eu vou comer fora 3 vezes por semana, bebo bons vinhos, vou para fora de ferias 3 vezes por ano, fins de semana em Portugal sempre que me apetece, sem ter que fazer contas nem privações.

É que quando eu morrer quero levar memórias de pequenos prazeres e não contas de IMI para pagar.



terça-feira, 22 de agosto de 2017

Então e o Eduardo?

Está bem!

É simples e breve a resposta para a generalidade das pessoas

A verdade é que eu e o meu marido já deixamos de gabar o miúdo em publico. Digamos que fomos sentindo que as pessoas simplesmente não acreditavam naquilo que estávamos a dizer. E como não temos que provar nada a ninguém nem queremos que os outros pais se sintam "mal", optamos por guardar o desenvolvimento do Eduardo só para a família.

No primeiro filho não temos bem a noção do que é "normal", é tudo novo!

Acontece que quando os outros gabam os filhos, bem mais velhos que o nosso, de feitos que o nosso filho já faz há 2 anos começamos a perceber que se calhar... se calhar...o nosso Eduardo não é assim tão "normal" quanto isso. Quando nos dizem que o filho reconhece as letras do próprio nome, aos 5 anos, e o nosso sabe o abecedário completo em português e inglês desde os 18 meses, escreve o nome completo aos 24 meses, sabe contar até 100 por ordem crescente e decrescente, faz puzzles de 100 peças sozinho e já lê... até ficamos sem palavras...e limitamos-nos a elogiar os filhos alheios para não "amedrontar" as outras pessoas.

A verdade é que isto é muito bonito e tal mas na prática... antecipo problemas aquando da entrada na escola primária. Escola pública nem pensar!!! Vou ter que procurar algum colégio habituado a lidar com estas situações para o miúdo não desmotivar...

Para já limito-me a acompanhar os seus interesses, por exemplo, oferecendo-lhe um globo com o mapa mundo ou levando-o ao oceanário onde ele se diverte a dizer-me o nome das espécies que lá estão.

Sim, por vezes faz-me perguntas que nem eu sei responder... tenho que consultar o google.


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Status: zen

Tenho andado ausente.
Sei lá porquê... Presa na rotina do dia-a-dia, nesta correria que nos aprisiona. Se bem que tenho tentado, e ás vezes conseguido, viver mais ZEN.

Evito o stress e para isso começo bem cedo o dia.
Saio da cama e preciso de um tempo só para mim: para alongar o corpo, meditar breves instantes, e encher-me de esperança que o dia será tranquilo.

Depois tomo o pequeno almoço e é sempre a abrir, com birras do Eduardo pelo meio, ou porque não quer comer ou porque não se quer vestir, ou somente porque lhe apetece. Nada grave, já sabe que se se esticar um bocado eu saio pela porta fora e ele fica em casa de pijama.

Quando pressinto o stress inspiro e expiro fundo, ás vezes digo uns palavrões mas tento manter  a calma e continuar, relativizar é a palavra de ordem.

Tenho feito meditação e reiki com frequência e sinto-me mesmo bem, pelo que não sinto tanta necessidade de vir "desbobinar postas de pescada" para aqui. Evito temas conflituosos, não vejo as desgraças na televisão e não me gabo tanto para não atrair invejas.

Guardo a minha felicidade para mim e agradeço diariamente a minha cura e a da minha mãe, o desenvolvimento do Eduardo e a harmonia familiar.

Nada é perfeito. Tento relativizar e concentrar-me nos pequenos prazeres do dia-a-dia, até no trabalho. Mas claro, sempre a contar os dias para as férias.

Hoje é sexta e estou em modo casual day. Venha o fim de semana!!!