sábado, 27 de julho de 2013

Adenda ao post do dia dos avós

É só para lembrar que esta mãe passou 4 meses de gravidez fechada em casa.
O bebé nasceu há um mês e ela só foi à rua para levar o Eduardo ao médico.
Um desconto por favor porque esta cabeça não pode andar bem e o sentimento de estar enclausurada é grande. Mas longe de mim de querer incomodar alguém...principalmente as super avós.

14 comentários:

Same Old Guy disse...

Então não foste tu que proibiste as visitas??

As pessoas só estão a interpretar os teus desejos e a marcar as suas posições. Ai pensavas que ias ser fácil?

A Bomboca Mais Gostosa disse...

Claro, era o que faltava. Enfim, sem dúvida deverias ter mais ajuda!

eu engordei 6kg em 2 anos, mas já tinha engordado mais anteriormente, perdi, depois engordei... Enfim.

Morango Azul disse...

SOG não estou a falar de visitas. Estou a falar em AJUDAR com a criança, porque se é só para visitar então dispenso bem. Visitas para os amigos, tudo bem já podem aparecer, agora as avós... ou se mexem a ajudar ou então que fiquem sozinhas na casinha delas porque o meu filho já me dá trabalho que chegue. E se crescer sem as avós também não morre...eu preferia nunca ter conhecido as minhas.

Same Old Guy disse...

Pois... tu queres ter ajuda, mas priva-los de visitar. Se calhar eles(as) já perceberam isso e estão a marcar uma posição, com a qual eu concordo, diga-se.

Não podemos ter o melhor de 2 mundos e tu estás "deitada na cama que tu mesma fizeste"!!

Morango Azul disse...

SOG: depois elas que não se queixam que não vêem o menino...se querem ver ajudam...se não ajudam...não vÊEM.

Anónimo disse...

Talvez um dia o teu filho pense da mesma maneira e só te deixe ver os teus netos se ofereceres ajuda em troca.

Anónimo disse...

Que exagero essa tua posição, devias ser mais flexivel.

Em primeiro lugar, quem tem a obrigação de te ajudar é o pai, tão simples quanto isto. Afinal, não foram as avós ou os amigos que decidiram ter a criança.

Em segundo lugar, queres que te ajudem, pede. Diz-lhes! As pessoas não adivinham e nem todas se sentem na obrigação moral de o fazer.

Em terceiro lugar, aconselho-te a sair mais de casa, a ires à rua e a retomares a convivência com as outras pessoas antes que esse feitio azede.

Felicidades.

Morango Azul disse...

Ser mãe aos 35 não deve permitir chegar a terr os netos. paciência...

Morango Azul disse...

Quem não ajuda que não atrapalhe... Para monos já basta no local de trabalho.

Patrícia Figueira disse...

Não leves a mal a minha pergunta, mas porque é que tu não sais de casa?
O Eduardo não tem já 4 semanas? Pode ir contigo para todo o lado, a única coisa que tens que ter mais cuidado é com os ares condicionados, e não deixares que lhe toquem nas mãos, visto não ter as vacinas e os putos estarem smp a pôr as mãos na boca.

Morango Azul disse...

Porque o meu prédio não tem elevador e tenho 3 lanços de escadas para subir e descer com ele é a babycok e como foi cesariana não posso fazer esforços... E conduzir só depois da terceira semana. Começo a sair esta semana. Faz hoje 1 mes.

Patrícia Figueira disse...

Eu já tinha ficado doidinha. Um bocado mais:)
Então, mtos Parabéns pelo 1ºmês do Eduardo:)))

Sérgio Saraiva disse...

Os avós podem desempenhar um papel importante no crescimento da criança, pelo que essa teoria do "ou me dão algo em troca, ou então não veem a criança", não me parece uma boa abordagem. Até porque durante o crescimento vão haver várias fases, pelo que o que é verdade hoje pode não o ser amanhã e o que hoje é irrelevante até pode dar jeito amanhã.

Tens de pensar no interesse da criança que é um ser por si só, e não no teu pessoal. Lá que não gostes dos avós não quer dizer que a criança também não goste, ou pior, que seja "obrigada" a não gostar. Até porque é um esforço inútil: as crianças gostam simplesmente de quem as tratam bem.

Portuguesinha disse...

Tenho de concordar com os comentários que vejo aqui. Noto tanta revolta, ressentimento e vontade de agredir e ferir de alguma forma os que te magoaram ou simplesmente alguém que receio agoirar pouca felicidade no teu caminho. Tomara que esteja errada mas já o agoirei num post em que falavas de um presente que a tua sogra quis dar ao bebé e noutro em que te mostraste indiferente e revoltada por o teu marido se preocupar com o estado de saúde da mãe - que parecia grave.

Viver revoltada e amargurada não é bom para ti nem para quem quer ser mãe. Tenta te responsabilizar só a ti pelos teus infortúnios e não culpar mais ninguém. Nem avós que já morreram, nem sogra, nem irmã, nem gato, nem o frio, ou a chuva ou as escadas. Tenta ver o teu papel em tudo. Mesmo que vejas também responsabilidade nos outros centra-te na tua. Porque daqui a diante não serão os outros a educar o teu filho. És tu.