domingo, 15 de dezembro de 2013

É só um dia...

É só um dia... é o que as pessoas dizem e pensam quando algum vizinho faz uma festa de aniversário lá no prédio...é só um dia...e por isso a malta tolera. Sim, eu tolerei o cantar os parabéns aos berros às 22.00 horas à criança que fez um aninho de vida, se bem que acho que já era uma boa hora para a criança estar a dormir, mas normalmente ninguém pensa nas crianças mas sim nos adultos. Os adultos comeram e beberam e depois cantaram os parabéns ao miúdo. Sim, não fizeram a festinha no sábado á tarde, não, foi mesmo à noite.

É só um dia... e a gente tolera... viva a alegria e tal... e eu tolerei...agora, quando começam a lançar foguetes às 22.30hrs mesmo debaixo do quarto do meu filho...a rapaz acorda aos berros assustado com tamanho chinfrim que nunca mais acabava (sim, foi um ano de vida deveria ter sido só um foguete, mas não...foram dezenas deles) ai, eu já não achei piada nenhuma! E eles também não achariam se fosse ao contrário. E o problema é esse, é que o povo só pensa nele! Ai e tal é só um dia...sim o dia deles, mas depois o vizinho também tem direito a fazer e neste caso são 36 apartamentos com 3 pessoas cada um, média, o que dá 108 dias a haver foguetes de noite....e depois os restantes habitantes da freguesia também têm direito e a ser assim, há foguetes o ano todo e a malta não dorme porque é só um dia.

7 comentários:

S* disse...

Meu deus, que falta de respeito.

uba disse...

E foste lá?!?! Eu ia!

Filomena Silva disse...

E tinham licença??? É que isso não é assim, têm de ter a licença da PSP, parecer dos Bombeiros e Licença de ruído da Câmara.

Morango Azul disse...

Não, não fui. Não estive para me incomodar.

A Bomboca Mais Gostosa disse...

Realmente é como tu dizes, se toda a gente pensar assim é uma festa. Não dá. É falta de respeito e cidadania.

Bonitinha disse...

No meu caso não foi festa, moro em um casa muito antiga há quatro meses, em que a parte de cima é dividida em duas. A minha vizinha do lado esquerdo anda como uma elefanta todo o tempo, inclusive de madrugada, acordando o meu filho, cujo quarto ficam embaixo da escada deles. Um dia dei várias vassouradas no teto e xinguei em francês e inglês (eles são árabes, mas entendem!). Foi um santo remédio, devia era ter feito antes.

D* disse...

Como eu percebo... também a minha vizinha de baixo faz uma chinfrim com o filho, só que não é só um dia... são todos, de manhã a noite. Logo ela que tanto reclama dos outros. E o marido, que passa os dias a escarrar de dois em dois minutos (eu sei que não é bonito ler-se isto, mas se tivessem de ouvir era mil vezes pior).
E a criança a andar de carrinho de plástico dentro de casa que nos dá a sensação de ter uma pista de aterragem no prédio.
Os outros vizinhos, não ouvem nada, claro... devem sofrer de surdez aguda.