domingo, 29 de junho de 2014

1 ano

É só para dizer que o Eduardo faz um aninho hoje.

Foi um ano de felicidade, descobertas e cansaço.

Não me lembro da minha vida antes dele...excepto nas noites em que não prego olho... Nem me imagino sem o Eduardo. Realmente uma criança muda tudo, tudo mesmo!


Vai haver lanche e bolo do homem aranha porque enganaram- se na padaria. O que eu tinha encomendado mesmo era um bolo do super homem... Paciência!

Agora vou vestir o príncipe.

Coisas que ultrapassam a minha ( cada vez mais pequena) inteligência

Fiz um bolo de iogurte na yammi para o Eduardo levar para o infantário.
Fiz em forma de silicone, ou seja, antiaderente.
Saiu queimado dos lados e em baixo mas cru por dentro.
Como? Como?
Lixo!

sexta-feira, 27 de junho de 2014

quinta-feira, 26 de junho de 2014

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Sou só eu?

Quanto mais espaço livre tenho para estacionar mais figuras tristes faço, preciso de muitas manobras, até parece que tirei a carta ontem... e jã lá vão 18 anos de condução diaria.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Money can´t buy?!

A propósito da outra que tentou vender o filho de 18 meses tenho a dizer que já desconfiava. A pobreza naquele meio não é só material mas também de espirito. Não me é difícil compreender a venda visto haver mães e haver progenitoras. Estou certa que, felizmente, 99.99999998% das mulheres não venderiam os seus filhos por preço algum. Nem por milhões. Porque filho não tem preço, a não ser para progenitoras egoístas, estupidas e egocêntricas.

 Do outro lado da historia está um casal que paga para ter um filho. E isto só poder ser desespero. Temos assim uma mulher que deseja muito ser mãe a outra que se quer ver livre dos filhos. O que não percebo é porque é que aqueles casais não optam pela adopção ou pela barriga de aluguer (legal ou não... porque comprar crianças também é ilegal).

E estava eu a comentar algo parecido com isto aqui em casa quando me saem estas palavras:

"Filho, a mãe não te vendia por milhões de milhões... se bem que certas noites a mãe até de dava de graça".

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Mamã, eu avisei

Foi desta.
 
Tantas noites a ameaçar e na noite passada o miúdo tanto rebolou, tanto rebolou que passou por cima das pernas do pai, enquanto ambos dormiam, e puuummmmcatrapuuummmmm aterrou no chão.
 
Já encomendei duas barreiras de protecção para a cama, estou à espera da entrega porque parece que a transportadora (comprei online) está com dificuldades em fazer entregas depois das 16 hrs…ainda gostava de saber como fazem aos clientes que chegam a casa às 8 da noite. Quando voltarem a ligar vou propor a entrega para as 8 da manhã…já que 4 da tarde é tarde…

sexta-feira, 20 de junho de 2014

As maravilhas da maternidade

Às vezes questiono-me se é para isto que tive filhos... Para andar a dormir mal, cansada, irritada, stressada, esgotada, impaciente, preocupada, dorida de corpo e, por vezes, de alma.

Umas vezes quero que ele já ande, outras que já fale, outras quero que já tenha 10 anos e outras que já esteja na universidade.  E depois bate-me uma tristeza por pensar assim e acho que não vou dar conta do recado, e apetece-me fugir, apanhar um avião e ir para o calor curtir uma praia em silêncio. E mais triste fico porque a criança não pediu para nascer... E a culpa é minha que a pus ao mundo e agora tenho que aguentar esta fase, até à próxima, porque pelo que percebi vai ser sempre assim: uma fase atrás das outra.

E o tempo vai passando e vou ficando esquecida de mim própria, da minha pessoa e dos outros porque não tenho tempo para nada. Como agora...não posso escrever mais...está aqui a choramingar agarrado às minhas pernas...até já. Vou ser mãe...pessoa, talvez um dia, quem sabe.

Se me sair o euromilhões compro um.




BMW X6
Até lá é sonhar
 

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Podiam-me ter avisado, pá.

Que é impossivel estar sozinha na praia com um bebé de 11 meses.

Vou eu carregada com o puto debaixo de um braço e um saco enorme cheio com toalhas, brinquedos, protectores, fraldas, água, iogurte e t shirt suplente, para estar duas horas a tirar, constantemente, areia da boca do rapaz. É que só sossegou quando vomitou tudo.

Não há condições nem paciência que aguente.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Depois de ser mãe aprendi a #1

A relativizar.
Aquelas situações que antes geravam stress ou aborrecimento agora passam mesmo ao lado. É deixar andar, azar, paciência. Há coisas mais importantes como o meu filho estar com saúde, não se atirar para dentro da sanita,
não cair da cama abaixo, não se engasgar ao comer os cereais  do gato, não me esquecer do rapaz nalgum lado, não adormecer ao volante, não sair de casa em pijama, não depositar um zero a mais na conta de algum cliente, etc e tal.
Por exemplo: ontem amassei o carro ao metê-lo na garagem. Se alguma vez tinha acontecido? Não! Um ano atrás e tinha sido um drama…agora…paciência!!!

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Eduardo´s report

O Eduardo está bem, está um traquina e só faz asneiras.

Fora as doencinhas normais de quem anda no infantário e a dificuldade em ganhar peso (sai à mãe) não há preocupações de maior...quer-se dizer... há o normal para um bebé de 11 meses que gatinha a uma velocidade estonteante, anda com joelhos pisados, já se levanta e aguenta em pé sozinho e anda agarrado ao sofá. Só quer estar onde não pode e só quer brincar com coisas que não são brinquedos. Adora as portas de correr dos guarda fatos e já as empenou 2 vezes. Leva tudo à boca e gosta de comer seja papel higiénico, folhas de revistas, pêlo das alcatifas, areia da praia, cereais do gato e de roer os chinelos dos pais.

O pior são as noites. Ele dorme mas não deixa ninguém dormir porque tem sonos muito agitados. Acorda com muita frequência e chora. Mal chegamos à beira dele volta a adormecer. Dá mil voltas e não consegue estar na cama de grades porque, apesar do resguardo completo, rebola com tanta força que vai contra as grades e acorda. Temos dormido à vez na cama de casal com ele ao lado e mesmo assim o rapaz corre os quatro cantos e vem contra nós. Enfim, esta noite não caiu porque lá ao fundo está a cama dele. De lado temos uma barreira mas já encomendei outra e o próximo passo é deixá-lo sozinho na cama de casal.

domingo, 15 de junho de 2014

Eduardo o verdadeiro roqueiro

Então hoje lá levamos o Eduardo ao seu primeiro concerto.

Fomos à casa da música ao "Baby Rocks", que mais não é que uma banda ao vivo, todos com ar roqueiro mas de biberão na mão, a interpretar músicas dos AC/DC em versão AB/DB (antes da birra/depois da birra) com letras adaptadas à realidade infantil. Devo dizer que até os pais se estavam a divertir.

Ora, o meu Eduardo resolveu contribuir para o verdadeiro espectáculo com a sua mais recente descoberta: mete os dedos à boca, lá até ao fundinho, e blác... vomita a papinha toda em pleno concerto.

Mainada. Isto de saber ser roqueiro não é para todos!

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Ah estás tão magra, estás a fazer dieta?

Não querida, não estou. Sei é fazer filhos. E arranjei um que vomita antes de eu jantar ou durante o meu jantar... Quem é que fica com vontade de comer depois de ter que lhe dar banho, lavar cadeirinha, limpar chão de vomitado, roupa, etc e tal... e o cheiro que fica na sala? Não há estomago que aguente...

Mais uma noite sem comer.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Dúvida existêncial

Estou a pensar retirar um sinal que tenho na cara e tem vindo a crescer. Não sei se hei-de tirá-lo num dermatologista ou num cirurgião plástico.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Ah o feriado...que coisa boa...como começar bem o dia...

Proposta para um feriado bem passado:

Nada como começar o dia a lavar à mão roupa vomitada, cadeirinha da papa e chão. De seguida aspire a casa que está cheia de pelo de gato e sacuda bem os tapetes. Depois descubra uma inundação na lavandaria e passe a próxima meia hora a arrastar máquina de lavar roupa e a secar o chão.

Aproveite agora para passar a esfregona pela casa toda e estenda a roupa que lavou à mão. Para apreciar da nossa hospitalidade o marido pode disfrutar do sofá da sala e comando da televisão enquanto você realiza todas estas tarefas relaxantes. Agora, já toda transpirada e como ainda são dez e meia da manhã sugerimos-lhe um bom banho mas rápido porque o rapaz daqui a bocado tem que comer outra vez.

sábado, 7 de junho de 2014

Palavras para quê?

"Dono de gatos é mais inteligente do que o de cães
 
Optar por ter um gato ao invés de um cão indica a diferença de personalidades entre os dois tipos de donos. Um estudo a Universidade de Carrol, nos Estados Unidos, não só defende esta teoria como indica que aqueles que têm um gato em casa são mais inteligentes dos que os que preferem ter um cão, lê-se no site da edição brasileira da revista Exame."
 
 

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Já agora...

Aqui no norte parece inverno...Será que este mau tempo vem acompanhado de subsidio de Natal?

Da minha infância

Ia e vinha sozinha, já de noite no inverno, da escola primária. Tinha as chaves de casa guardadas numa caixa de fósforos. Entrava e ficava a ver televisão até a minha mãe chegar do trabalho perto das 20 hrs.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Só por causa das coisas

Chegamos na sexta-feira e no domingo reservamos uma semaninha de férias na Madeira em Agosto, exactamente no mesmo hotel - Pestana Grand Ocean 5 estrelas.

Pois é, isto não é para quem quer...é só para quem pode!



terça-feira, 3 de junho de 2014

Querer é poder? Nem sempre!

Durante as férias, atendendo à simpatia, disponibilidade e eficiência dos funcionários que nos atendiam naquele hotel Pestana de 5 estrelas, dei por mim a dizer ao meu marido:

- eu gostava de ser assim para os meus clientes. Mas ainda a frase ia a meio e tive logo que concluir rapidamente:

 - mas não consigo!

Mas a verdade é que os meus clientes também não são assim para mim. E com "assim" quero dizer que eles não entram no banco em modo zen, relaxados porque estão de férias e cuja única preocupação é onde esticar a toalha e que bebida vão beber, que era o modo em que eu me encontrava.

Não, infelizmente os meus clientes bancários entram cheios de pressa, mesmo que estejam desempregados ou reformados sem terem a-ponta-de-um-corno para fazer todo o dia, mas ainda assim estão cheios de pressa. Depois há 5% deles que não têm pressa nenhuma e temos que fazer de relações públicas porque os gajos querem conversas existenciais sobre a origem do universo, outras começam a contar as peripécias dos filhos delas e nunca mais se calam... e a fila a crescer e quem tem pressa sou eu mas não os posso mandar embora e já sei que vou ouvir piada e/ou boca do caramelo seguinte. Há também aqueles que lá vão reclamar, e alguns reclamam por tudo e por nada, mas o que eles não percebem é que 99% das vezes, euzinha que estou a levar com o frete, não tenho culpa nenhuma que haja crise, as taxas de remuneração dos depósitos estejam baixas, que já não se ofereçam cartões de crédito a torto e a direito, que tenha ficado sem condições para pagar o empréstimo do Mercedes, etc e tal. Mas tenho que os aturar. Agora não os aturo com aquele ar simpático e amável com que fui tratada pelos funcionários daquele ( e de outros) hotéis.

Sim, eu gostava de ser assim uma querida para os meus clientes. Mas não consigo. Eles não se dirigem a mim em estado zen nem eu ando à caça de gorjetas.