quinta-feira, 31 de julho de 2014

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Para mais tarde recordar

Hoje, dia 30 de julho de 2014, o Eduardo deu os seus primeiros passos indo da mesa da sala até à cadeirinha da pápa sem cair.

Está um homenzinho.

13 meses e 1 dia.

Coisas sobre mim

No final de cada ano lectivo eu chorava com saudades dos colegas e com receio do futuro.

sábado, 26 de julho de 2014

Modernices

Hoje é dia dos avós. Dizem.
Cá por casa não dei por nada. A exma. sra. minha mãe foi festejar o dia fazendo uma excursão com um grupo e na segunda-feira vai com outro. Não, ela não trabalha no turismo. É simplesmente uma mulher socialmente muito ocupada.
Feliz dia dos avós a quem o passou na companhia dos netos.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Colecção de cromos

O gerente atende uma cliente que pretende comprar um imóvel que consta na nossa lista de propriedades para venda. A certa altura diz ela:

- Como posso fazer o pagamento? Acho que já tive aqui conta mas foi há alguns anos...

O gerente averigua e responde:

- Tem cerca de 200.000 eur, entre dinheiro à ordem e a prazo.

Ao que ela responde:

- Olhe que bom. Nem sabia.

...
...
...
(Eu não me importava de ser um cromo destes!)

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Não há condições

Às 8.30 da manhã já tinha mudado a roupa da cama do Eduardo. Já lhe tinha mudado de roupa três vezes, trocado a minha t-shirt duas e alternado de chinelos uma.

É em horas como estas que eu não acho piada nenhuma à maternidade. Lamento mas não consigo.
Dou os parabéns àquelas mulheres que acham sempre o máximo serem mãe e os filhos são sempre uns queridos e é só alegrias. Na casa dos outros não sei mas aqui na minha há muita hora sem dormir, muito desespero ao ver a comidinha que tanto me custa a enfiar-lhe goela abaixo, carregada de suplemento alimentar, a voar à minha frente. Muita loucura ao ver o amontoar de roupa para lavar em minutos e a roupa limpa a esgotar-se.

Cá em casa não se namora, não se janta ou almoça a dois, não há mãos dadas nem tempo para sexo porque de noite estamos de rastos e durante a sesta do rapaz há sempre coisas para fazer... Por cá não há avós que queiram abdicar das suas aulas de ginástica, natação, aulas, ensaios e espectaculos de zumba, das idas á praia, nem das suas sestas diárias.

Cá em casa somos três mas eu sinto que me desdobro em dez. E o meu marido até ajuda. Chega mesmo a fazer às vezes. Mas eu sinto-me sufocada e por estranho que pareça quem me oferece ajuda é a minha irmã mais velha, que tem dois filhos já com 6 e 15 anos. Mas se o filho dela não fosse tão irrequieto e violento eu até deixava lá o Eduardo, mas assim, não consigo!

terça-feira, 22 de julho de 2014

Colecção de cromos

Um cliente atende o telemóvel aos berros e diz:

Puta que pariu é sempre a mesma merda. Eu vou já para ai.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Ser mãe é difícil

Se por um lado morremos de saudades e vamos logo buscá-los ao infantário mal acaba o trabalho, por outro é jurar que no dia seguinte eles ficam lá até fechar uma vez que não conseguimos fazer nada com eles agarrados às nossas pernas.

Tanto ficamos com o coração apertado por estarem doentes, como nos dá vontade de os mandar pela janela fora porque não nos deixam dormir.

Se queremos aproveitar ao máximo todas as fazes, vezes há em queríamos que já andassem na universidade.

Complicado... Muito complicado.

domingo, 20 de julho de 2014

Verniz de gel?

Na sequência do posto anterior varias pessoas sugeriram verniz de gel. Ora eu pensei que era um verniz especial que colocavamos em casa mas pelo que pesquisei tem que ser na manicure pois é preciso secar com as maquinas UV. Correcto?
Ando mesmo desactualizada.

sábado, 19 de julho de 2014

E se dúvidas houvesse

De que eu estou completamente passada, a prova está aqui. Na ponta dos meus dedos.

Três anos depois retirei o gel das unhas.

Resultado: fracas e quebradiças. Estão mesmo uma desgraça e nem vale a pena pintar com verniz porque às tarefas domesticas que tenho que fazer... É para a côr durar um dia.

Vamos ver quanto tempo aguento até voltar ao gel, é que eu até o acho muito prático já que durante semanas não me preocupava com as unhas e o aspecto era impecável. Acontece que de há uns meses para cá que o gel descola. Cheguei a mudar de manicure mas de nada adiantou. Ter que ir de 15 em 15 dias arranjar o gel e gastar 30 euros por mês em unhas, não obrigada. Até porque o chato é perder hora e meia a arranja-las por sessão. Hora e meia! E quando se tem um filho de um ano e a paranóia de o ir buscar ao infantário a correr mal saio do trabalho... É mais uma fonte de stress.

Dizem que é verão

Já cheira a outono.
A chuva bate na janela.
Venha daí o pijaminha.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Gente inteligente escreve assim

Isto de andar na blogosfera tem muito que se lhe diga.
Uns é para passar o tempo, outros é para fazer amigos, outros é para desabafar, outros é para cuscar e  outros é para fazer dinheiro.
Uns são anónimos, outros escondem-se em nicknames outros há que dão a cara nua e crua.
 
No próprio blog podemos escrever o que nos apetece. É nosso e ponto. Mas quando precisamos dele para viver, para ganhar uns bons trocos com publicidade, para divulgarmos os nossos produtos nas nossas lojas- sapatarias, pronto-a-vestir, restaurantes-então, se formos inteligentes e repito SE FORMOS INTELIGENTES  não insultamos potenciais leitores e clientes. Mas há certas pessoas que quando alcançam alguma notoriedade lá com o respectivo cantinho acham-se donas do mundo, são o máximo estas queridas que acham que, por exemplo, se insultarem os funcionários das finanças estes vão a correr comprar aquelas sandálias horríveis que elas têm lá em stock e não se conseguem livrar delas.
 
Senão vejamos:
 
Uma blogger que usa a net para divulgar a sua loja e  ganhar dinheiro com publicidade no blog, escreveu:
 
Todas as pessoas que são estúpidas devem trabalhar nas Finanças”… e ainda
…  “Eu quase arriscava dizer que os meus Anónimos mais infelizes trabalham nas Finanças. É todo o género.”
 
Eu não trabalho nas finanças. Mas não gostei do texto. No entanto respondi com comentário algo do género, mas oh que chatice, ela não publicou- vá-se lá saber porquê-:
 
Para quem precisa de clientela este post é verdadeiramente um acto de inteligência.
Os funcionários das finanças limitam-se a fazer o trabalho deles. Se calhar, se tivesse pago os seus impostos a tempo e horas não teria necessidade de ir visitar esses funcionários tão estúpidos. Deve ser mais uma que não tem onde cair morta e acha-se o máximo…
 
 
É claro que nas finanças não se trata somente do pagamento de dividas, no entanto tendo em conta que a senhora não se pronunciou, é capaz de ser bem verdade o facto de estar enterrada em dividas até ao pescoço e depois andar a correr para lá de nariz empinado e rei na barriga.
 

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Politicamente incorrecta # 13

Está na moda escrever livros. Qualquer um escreve livros. Desde a Carolina, ao Gonçalo agora é vez da Dolores, vale tudo.
 
Pois que o livro sobre a vida da mãe de CR7 intitula-se “Mãe Coragem”. Eu não li o livro, nem vou ler, mas o titulo parece-me um tanto ao quanto exagerado. “Coragem” porquê e de quê?
 
A senhora só é conhecida, só não está a passar fome, ela e as outras filhas porque o filho as sustenta. Porque o filho, que foi criado na rua e, consta-se até necessidades passava, foi salvo por um empresário com olho que o trouxe para Lisboa. Para Dolores deve ter sido um alivio, ter menos uma boca para sustentar. Até porque, segundo ela própria, tentou abortar do rapaz e não conseguiu.
 
Ai e tal ela toma conta do neto. So what? Há tantas que o fazem? Por que dificuldade passou a senhora para lhe chamarem de mãe coragem?
 
Repito: acho um exagero e uma desonra para aquelas mães que, efectivamente, são mães coragem. Aquelas que têm que lidar com filhos com doenças crónicas, filhos desaparecidos ou com a morte de um filho. Para isto sim, é preciso coragem...  muita coragem.
 
Se o termo coragem se aplica, neste caso, ao facto de ela ter tido cancro da mama então até o aceito. Também é algo para o qual é preciso muita força para o enfrentar.
 
Mas repito o termo “mãe coragem” está exagerado. Coragem em relação à vida dos filhos não vejo onde, se foi por causa da sua doença então não se lhe chame mãe coragem mas sim mulher coragem, ou algo do género.
 
Não sei a quem o filho sai tão ajuizado e discreto. Quando soube da decisão da mãe,  questionou-a porque tinha ela necessidade de expor a sua vida  (http://www.dn.pt/inicio/pessoas/interior.aspx?content_id=4023396&seccao=ntv).

terça-feira, 15 de julho de 2014

Esquisitices

Eu gosto de café, o entanto raramente tomo porque sou muito sensível à cafeina. Tão sensível que mesmo um simples descafeinado, tomado mais tarde um bocadinho, me afecta o sono.
 
Volta e meia gosto de tomar um descafeinadozinho. Aqui no balcão há daquelas máquinas automáticas que servem em copos de plástico. Pois que o dito cujo não me sabe bem. Já trouxe para cá uma chávena em vidro e realmente o sabor é outra coisa…ou então é só panca minha.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

A moduuss que também eu fui obrigada

Uma pessoa avisa no emprego que tem que abandonar as instalações mais cedo devido a consulta médica com filho menor.
Então não é que o telemóvel toca 2 horas antes da consulta a explicar que se tinham esquecido de avisar mas que a Sra. Dra. estava de férias e de modduss que era para eu não ir vão. OK. Paciência.
E prontuus, fui obrigada a sair mais cedo, já que a entidade patronal já estava a contar com a minha saída antecipada e estava...prontuss, a moduuss que fui obrigada.

Sim... porque desde ontem, para mim, a conceito de obrigada (forçada) mudou completamente.

Foi depois de assistir ao que dizia na televisão uma mãe de uma jovem que, imagine-se lá, a miúda foi obrigada e ir para a porta do estádio com 48 hrs de antecedência para garantir que ia estar na primeira fila do concerto lá dos one direction ou full direction ou lá o que é...Sim, a miúda foi O-BRI-GA-DA  a ir para lá com tanta antecedência. Ela nem queria nem nada e a mãe nem deixou nem nada. A culpa é de "alguém" (não sei quem) que as obrigou, às adolescentes, a irem acampar horas e horas debaixo de calor intenso, todas a desmaiar e o caraças, coitadinhas das miudas. Sim, a culpa é de quem as obrigou a ir, claro está.

E aproveitando a maré, prontuss, também eu fui obrigada a sair mais cedo.

sábado, 12 de julho de 2014

Para quem precisar chorar um bocadinho

Uma criança pronta para nascer perguntou a Deus:

- "Dizem-me que estarei sendo enviado à Terra amanhã... Como eu vou viver lá, sendo assim pequeno e indefeso?"

 E Deus disse: - "Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para você. Estará lhe esperando e tomará conta de você."

 Criança: - "Mas diga-me: aqui no Céu eu não faço nada a não ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz lá?"

 Deus: - "Seu anjo cantará e sorrirá para você... A cada dia, a cada instante, você sentirá o amor do seu anjo e será feliz."

 Criança: - "Como poderei entender quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas falam?"

 Deus: - "Com muita paciência e carinho, seu anjo lhe ensinará a falar.”

Criança: - "E o que farei quando eu quiser Te falar?"

 Deus: - "Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar."

 Criança: - "Eu ouvi que na Terra há homens maus. Quem me protegerá?"

 Deus: - "Seu anjo lhe defenderá mesmo que signifique arriscar sua própria vida."

 Criança: - "Mas eu serei sempre triste porque eu não Te verei mais."

 Deus: - "Seu anjo sempre lhe falará sobre Mim, lhe ensinará a maneira de vir a Mim, e Eu estarei sempre dentro de você."

Nesse momento havia muita paz no Céu, mas as vozes da Terra já podiam ser ouvidas. A criança, apressada, pediu suavemente:

 - "Oh Deus, se eu estiver a ponto de ir agora, diga-me, por favor, o nome do meu anjo."


E Deus respondeu : - "Você chamará seu anjo de ... MÃE!"

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Serviço público


Toda a gente sabe que as hormonas são tramadas e que com a gravidez e pós parto andamos com o sistema nervoso, hormonal, sensorial, financeirical,temperaturial e sonambucal todo phodido alterado.

Nós transpiramos que é uma coisa louca. Estamos sempre com calor e a sensação que temos é que cheiramos a suor, todo o tempo...principalmente quando amamentamos. Depois a fase seguinte é correr com o miúdo ao colo, subir e descer escadas sempre a olhar para o relógio, com horários a cumprir e nós sempre a bufar, até parece que estamos na menopausa. E eu estou a falar no plural porque aconteceu a mais duas amigas minhas, mães, e começo a achar que o mal é geral. Quem não passar por isto pois não sabe a sorte que tem...é que parece que cheiramos sempre mal, por mais cuidamos de higiene que tenhamos.

Pois que uma dessas amigas queixou-me disso mesmo à sua médica e esta recomendou o roll-on da Roc - Keops(eu compro na wells). Pois não vou dizer que é barato, que não é (2 roll-on´s custa 18 euros já com desconto) mas foi remédio santo. Nada de odores nem preocupações.

Já uso há uns meses e vou continuar a usar por mais uns tempos, se calhar até ao fim do verão. Logo experimento regressar aos roll-ons de supermercado.




E não, não me estão a pagar nada por esta informação, se bem que uns frasquinhos de graça vinha mesmo a calhar.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Politicamente incorrecta # 12

Pois que a Sra. Dona Pipocona publicou um post onde diz estar indignada com a multicare, uma vez que eles lhe cancelaram a apólice, imagine-se lá, QUE ABUSO, porque ELA NÃO PAGOU o seguro. Que mundo cruel em que nós vivemos.
 
Diz  a mesma senhora, aquela que pões fotos todos os dias da sua roupa de marca caríssima , carteiras e óculos de sol absurdamente caras, joias e maquiagem e assume que são dela (mas todos sabemos que é emprestado pelas marcas), que não tinha dinheiro na conta quando o débito directo caiu e que não viu ou não prestou a devida atenção (palavras dela) à carta de aviso de pagamento que lhe foi enviada para casa (really?).
 
Disto vejo eu aqui no banco todos os dias: andam todas impiriquitadas, bons carros, boas carteiras, cabelo arranjado e unhas feitas e depois não têm onde cair mortas e acham-se donas da razão.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Politicamente incorrecta #11

Pois que vi nalgum lado que a avó paterna do Cristiano Ronaldo tinha falecido e ele continuava de férias na Grécia com a sua Irina.

Pois o que é que era suposto ele fazer? Largar tudo para ir a um funeral de uma pessoa com a qual não convivia directamente? é que lá por ser avó...não quer dizer nada. Até porque se consta que o moço até aos seus 10-12 anos foi criado na rua e a passar fome. Onde estava a avozinha e é obvio que depois de vir sozinho para a escola do Sporting perdeu o contacto directo com a família. Mas, nem que a senhora tivesse sido a melhor avó do mundo, há que ser prático e deixar de criquices:

Primeiro: a senhora faleceu, está morta, quinou, bateu a bota, está a fazer tijolos. Não é a presença dele que lhe vai dar vida, pois se desse tenho a certeza que o moço apareceria.

Segundo: esta treta que a sociedade inventa que o velório é para se despedir do falecido e tal...treta. Repito:  a senhora faleceu, está morta, quinou, bateu a bota, está a fazer tijolos. Não ouve as despedidas. E para quem acredita nessas coisas então sabe que a senhora está no purgatório a contar os seus pecados e como tal, ainda lá fica uns aninhos, pelo que podem  despedir-se e falar com ela muitíssimas vezes sem ser na igreja ou no cemitério.

De qualquer das maneiras tenho a dizer que o rapaz até se despediu da avó com uma mensagem no facebook. E prontosss, teve o mesmo efeito (nenhum porque no purgatório não há internet porque isto é um antro de pecado) e lá continuou a gozar as merecidas férias.



Adenda: convém começar a ver quando é que se vai quinar porque isto de phoder interromper as férias aos pobres não está com nada. Eu já avisei lá em casa: é favor morrerem à segunda para eu gozar bem os 5 dias de luto e nunca nas minhas férias. Agradecida.

Oh faxavor

Estou com uma dúvida existencial.

Suponhamos (detesto esta palavra) sim suponhamos que eu, emigro e deixo uma procuração a alguém com plenos poderes para basicamente, fazer tudo. Do género, celebrar contratos de arrendamento, vender bem imóvel, comprar acções, vender acções, movimentar as minhas contas, sei lá..tudo.

Suponhamos (detesto esta palavra) que eu me zango com essa pessoa e quero a procuração de volta, ou seja quero-lhe tirar os poderes. Mas o gajo procurador manda-me phoder não devolve a dita cuja. Ora, suponhamos, que enquanto eu chego e não chego a Portugal, encontro e não encontro o gajo,o procurador, phodo-lhe a cara à chapada e não phodo, exijo-lhe o documento, o gajo vende uma propriedade minha e eu só dou conta anos depois que a papelada não está em meu nome.

Ponto n.º 1: como é que eu caço a procuração ao grandessíssimo filho da puta senhor?

Ponto nº 2: adeus imóvel, certo?


terça-feira, 8 de julho de 2014

Estagiários

Tempo houve que por cá passavam estagiários. Uns atrás dos outros, sempre sem se renovarem contractos mas todos remunerados. Uns mais despachados que outros, uns mais burrinhos outros mais inteligentes, uns simpáticos outros nem por isso, uns dedicados outros baldas. Mas pronto, ao que recebiam também não se lhes podia exigir muito (no meu entender).
 
 
De há uns meses para cá que, no seguimento da redução de custos, acabaram-se com os estágios. E quando soube questionei logo? Quem é que vai trabalhar agora? Sim, quem? Quem atende os telefones, quem tira fotocópias, mas mais importante, quem é que culpamos agora? Sim, quem? Porque era tudo culpa do estagiário! Nós, burros velhos cá dentro nunca nos enganávamos, nãããooo. Bem, também é certo que alguns atrapalhavam mais do que ajudavam… Mas pronto, sempre eram eles que iam ao arquivo e saiam de lá sujinhos ou iam ao café buscar-nos o pequeno almoço.

Angustiada

Ando angustiada.
 
O horário reduzido de amamentação acabou porque o rapaz fez um ano. É deixá-lo na creche às 8.15h e ir busca-lo às 17hrs, com sorte. A sensação que tenho é que não tenho tempo para estar com o miúdo. Chegar a casa, fazer as lides domésticas, a sopa dele, o nosso jantar, pôr roupa a lavar, estender roupa, lavar os biberões, tomar banho… O tempo voa. Quando dou por ela só me sentei para comer e mal… E já está na hora de deitar o miúdo e sinto que passei pouquíssimo tempo na sua , verdadeira, companhia.
 
Para agravar a situação venho trabalhar com o coração apertadinho pois o rapaz não come de manhã. Pura e simplesmente não come. Não quer leite (já experimentei vários), vomita  a papa, fruta não quer, iogurte nem vê-lo. Mas se ele estivesse no percentil 95% como muitos eu não estava tão preocupada. O problema é que nem há percentil para ele, de tão baixo que está o peso. Como está frequentemente doente (não passa duas semanas seguidas sem ficar doente, ou é bronquiolite ou é virose) ou não come porque não tem apetite ou come e vomita. Está um pau de virar tripas. Mas está reguila, traquina, com ar saudável. Não quer é comer… A sopa até come bem. Acho que vai começar a comer sopa às 7.30hrs da manhã.

Coisas que me irritam

Gente sonsa.

domingo, 6 de julho de 2014

Teorias e blá blás blás

Está a dar no canal 1 a divulgação de uma feira anual, ou lá o que é aquilo, que se chama barrigas de amor. Pelo que percebi são tendas com diversos assuntos relacionados com bebés. Num desses espaço falava-se de yoga para crianças dos 2 meses aos 12 anos e que ajudava a aumentar o vinculo entre mãe e filho.

Ora isso é muito bonito e ajuda a vender o conceito criado, no meu entender por algum desempregado que decidiu inventar algo para fazer, nada contra os empreendedores, a as mães de primeira viagem e cheias de nhe nhe nhés devem aderir em massa loucas que são pelas crias. Acho que não são precisas estas teatralidade s para se ter um elo forte com os nossos filhos. É que as mães, 99% delas, já passaram 48 horas por dia com os filhos mais algumas de noite.

Pois eu sugiro outro tipo de conceito. Aulas para as mães se mentalizarem que são pessoas. Que têm o direito a estar duas horas a relaxar a mente sem se sentirem culpadas, sem se sentirem monstros ou porque deixaram a criança mais um bocado no infantário ou porque querem passar um fim de semana a dois. Aulas para nos mentalizarmos que precisamos de tempo para nós e que não somos super mulheres que têm que carregar o mundo de casa, trabalho e familiar às costas. Isto é que é difícil, criar laços com os filhos é a lei da natureza, é inato. Difícil mesmo é distanciarmo-nos um pouco desta rotina de biberões, fraldas, sopas e papas.

sábado, 5 de julho de 2014

Porque é que não me dediquei mais à matemática

Eu estou aqui a tentar calcular o ângulo exacto que me permite cair da janela de um segundo andar sem morrer nem ficar inválida, mas que seja suficientemente capaz de me proporcionar uns quantos ossos partidos, por forma a garantir um internamento de, vá, pelos menos 15 dias. Um mês era o ideal.

Trigonometria sempre foi um ponto fraco...quer-se dizer, desenrascava-me mas neste caso o erro pode sair caro. Até porque há algumas variantes. Ora vejamos, na frente do prédio tenho jardim, na traseira é cimento é capaz de ser melhor. Por outro lado aqui na lateral como tem a rampa da garagem sempre é mais um andar de queda, mas isso implica mais cálculos e o meu cérebro anda tão cansado... que chatice pá. Será que há por aí alguém bom em matemática?

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Comentário que vira post

Em resposta a este : http://afarmaciadeservico.clix.pt/2014/07/menos-muito-menos.HTML

Tenho um bebé de 1 ano.
Sim, a vida muda muito e não temos tempo para nada, nem para nós. Porque é impossível a vida continuar a mesma. E se era para a vida continuar  na mesma não se tinha filhos. Se é para os abandonar em creches e/ou nas avós dias inteiros, fins de semana e afins então é melhor não os fazer pois as crianças estão a ser criadas por outras pessoas.
 
90% dos pais e mães abdicam do seu "time alone" para estar com o filho, para brincar com ele, para o ver crescer, evoluir. Ser pai/mãe é isso, é estar presente e isso implica muitas mudanças, que normalmente, os pais/mães aceitam de bom gosto porque ver um filho crescer é mais importante que estar constantemente nos copos com os amigos ou longas tardes no cabeleireiro ou a dar à perna no shopping. Os pais não querem perder a primeira palavra do bebé, o primeiro passo, a primeira asneira. Querem estar lá quando ele tropeçã e cai, magoa-se. Querem ser eles a abraçá-lo e não a educadora ou a avó que fica dias e dias com ele. Querem chegar a casa do trabalho e ver o sorriso de alegria do miúdo e não ir buscá-lo às 22hrs já a dormir e deitá-lo na cama sem falar com ele.
 
Isto são coisas que só quem é pai percebe e eu, antes de ter filhos, também não compreendia e criticava as minhas amigas que nunca podiam (ou não queriam, acho eu agora) alinhar nos nossos programas.
 
É obvio que não devemos cair num extremo absoluto. De vez em quando precisamos desanuviar a cabeça, estar sozinhos um bocado ou, principalmente, a dois. Mas nunca, se retoma a vida de antigamente porque, antigamente, sem filhos, afinal, a vida não fazia sentido nenhum. Viagens, jantares, concertos, bebedeiras, é tudo muito bonito e deve existir na nossa vida até certa altura.

Depois...depois é que a vida ganha sentido.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Amigos, amigos

Encontro um, supostamente, amigo do meu marido, por quem ele tem imensa consideração e tal e não sei mais o quê que me diz o seguinte:

Ai o homem só fala do filho. Anda mesmo babado, passa o tempo todo a contar peripécias do miúdo. Aliás, elogia mais o filho que a mulher.

Ao que eu, respondo: Faz ele muito bem. Mulheres há muitas e filhos são filhos!

Venenoso do c@ralho...

terça-feira, 1 de julho de 2014

Eu sei que percebo pouco de bebés e tal

mas eu acho que perguntar se uma criança de 12 meses come sozinho com colher um bocadinho de nada assim pró exageradissimo.

Não senhora infermeira o meu filho não come de colher, aliás o meu filho engasga-se com sólidos e vomita tudo. Como eu já ando com vomitado pelos olhos, mais cadeirinhas para limpar, roupa para lavar e passar a ferro até virem os peixeiros, vou adiar a colher por mais uns meses e deixá- lo badalhocar o tabuleiro da papa, o chão, a roupa e as mãos com a comidinha sólida que ele não quer comer.

Quando chegar a fase do mcdonalds ele vai mastigar tudo direitinho... e sem precisar de colher.

Coisas sobre mim

Babo-me quando durmo profundamente.