sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Eu achava que era uma gaja moderna

Eu achava que era uma mulher desinibida e sem qualquer tipo de pudor ou vergonha no que respeita a tracto com homens.  Nunca tive problemas em ser observada clinicamente por médicos ou enfermeiros e falo de problemas femininos com abertura e á vontade.

Ontem resolvi passar num cabeleireiro que existe perto da clinica de fisioterapia para tirar o buço. Nunca lá tinha entrado, nem entrei! À medida que me aproximava da porta fui reparando que o profissional era homem. Nunca me tinha acontecido. Não que tenha qualquer problema em ter um homem a cortar ou pintar-me o cabelo, mas a TIRAR-ME O BUÇO?  Pareceu-me intimidade a mais. Não consegui imaginar a cena e pus-me em andamento virando rapidamente  para a direita e por pouco não fui contra a coluna do prédio. Acho que disfarcei bem e ninguém se apercebeu de tal manobra acrobática digna de artista de circo, até porque estava a chover e andava pouca gente na rua. 
Foi a minha sorte! Menos uma vergonha.


E o buço, vulgo bigode, continua aqui porque prefiro fazer um papanicolau com um elemento masculino a ser depilada por esteticista homem.

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