sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Coisas que me irritam profundamente

Gente que NÃO TEM ONDE CAIR MORTA, e sei do que falo, mas ainda assim tem gostos e desejos caríssimos sempre à espera que ALGUÉM caia no choradinho.

Sim, falo de gente que mora de favor em casa de outrem, que lhe paga água, luz e gás e ainda assim parece que não é ajuda suficiente.

Minha gente: não há obrigação de sustentar gente adulta, com trabalho (e mesmo sem trabalho), muitos luxos e com filosofia de vida: chapa ganha chapa gasta!

Qualquer dia vai haver merda, ai vai vai.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Carta aberta aos pais dos colegas do meu filho

Caros pais,

Venho por este meio felicitá-los por mais um aniversário do vosso rebento e agradecer as lembranças que ofereceram a todos os amiguinhos da turma, e em especial o APITO que tal útil e didático é.

Realmente o meu Eduardo adorou o raio APITO e, se eu deixasse, brincava com ele horas a fio até os vizinhos invadirem a nossa casa para esbofetear o rapaz.

É com agrado que constato que a imaginação dos pais está cada vez mais fértil apesar da minha sanidade mental estar posta em causa mas afiro que o meu canal auditivo funciona na perfeição.

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Não havia necessidade.















terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Coisas que só entendes depois de ser mãe

Eu nunca tinho percebido porque raio passam desenhos animados - ou como antigamente se dizia: mikizes- de madrugada. Sim, porque às 7 h da manhã, para mim, ainda é madrugada seja semana ou fim de semana.

Agora agradeço ao ZigZag a ajuda para entreter o miúdo enquanto tento que tome o pequeno almoço.

Realmente, depois de sermos mães há todo um novo mundo pela frente e uma adaptação constante à rotina familiar. Como o Eduardo já não toma biberão o pequeno almoço tornou-se mais demorado e digo mesmo um STRESS:

Ele é o leite na chávena que, ainda não provou, mas já diz que está quente.

Depois é a cor da palhinha: tem que ser ele a escolher e depois temos que a cortar e a seguir é o gato que vai fazer marradinhas para a chávena e vira o leite todo em cima do puto, em cima da mesa, no chão e o gato a beber tranquilo.

A seguir é o pão com manteiga que quer e depois já não quer e afinal apetece-lhe uma bolacha mas depois também não a come.

E uma pessoa desespera com tantos "come Eduardo", "Eduardo come", "Eduardo vais para escolinha de pijama" e os minutos a passar e foi isto uma semana interinha e eu a chegar pelos cabelos ao trabalho, exausta às 8.30 h da manhã.

A-CA-BOU.

A minha casa não é restaurante. Come o que eu decidir e mainada.

Agora o pequeno almoço é: papa, cerelac ou nestum. Dada na boquinha com o miminho da manhã e em 5 minutos está o assunto arrumado.

Ai e tal já devia comer sozinho  - 3 anos e meio - (e come) mas o pequeno almoço é excepção a bem da minha sanidade mental, e por forma a garantir  que o gato não engole a papa ao puto enquanto este decide se  vai pegar na colher ou não.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Ai e tal e as férias? Não recomendado a mães sensiveis

Ora bem, FÉRIAS  e FILHOS na mesma frase... Não combina!

Lembrando que o meu filho tem 3 anos e meio passo a explicar:

Isto de estar 15 dias  seguidos, 24 sob 24 horas, com um miúdo dessa idade não são férias, é trabalho psicológico ÁRDUO.

O puto acordava às 5 da manhã...

Segue o pequeno almoço - mãe não tenho fome 

Depois vamos para a praia - mãe tenho fome  

Regressamos ao restaurante - sentamo-nos para comer: mãe não tenho fome 

Mãe quero fazer xixi

Regressamos à praia  e colocamos protector solar -  mãe quero fazer cócó

Regressamos à WC ...

Estendemos-nos na espreguiçadeira para apanhar sol por 2 minutos -  mãe vamos ao mar

Regressamos do mar - tiramos fato de banho e camisola solar, recolocamos protector

Estendemos-nos na espreguiçadeira para apanhar sol por 2 minutos -  mãe tenho sede

mãe tenho fome

mãe tenho sono

mãe tenho quero fazer xixi

mãe ...

mãe ...

mãe...

...
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mãe olha para mim, tenho 39.5º de febre!!!


SOCORRO